sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

COZINHAS


Projeto de Ambientação para Cozinha (2006).

Com bancadas existentes em granito preto, a marcenaria (Encaixe Móveis) foi toda confeccionada em MDF Branco, revestida com Formplast Branco, portas de destaque com Perfil em Alumínio e Vidro Jateado e Adega em Vidro com colagem a laser. 


 



















Projeto de Ambientação para Cozinha (2008).

Desenvolvimento do mobiliário, apoveitando bancada e revestimentos existentes. Os armários foram confeccionados em MDF Branco/Formplast Branco, com algumas portas em Alumínio e Vidro Jateado. A mesa, encaixada nos armários inferiores é em Vidro Temperado com base em Aço Inox Escovado.


Vista geral
Nicho para geladeia e freezer




Detalhe da Porta para semi-encaixe do Gelágua
e das cantoneiras em Vidro
 
Porta com dobadiça de canto para
melhor aproveitamento dos armários.

Detalhe da gaveta com suporte
plástico para talheres.






Projeto de Ambientação para Cozinha (2010).

Projeto de Refoma e Ambientação de Cozinha Integrada à Área de Serviço para um apartamento pequeno.
O imóvel em questão, com mais de 30 anos de construção, passou por uma reforma geral, envolvendo troca de pisos e revestimentos, modificação da parte hidráulica e elétrica e  rebaixamento de gesso, com projeto de iluminação.
A área da cozinha foi delimitada da Lavanderia por divisória em Granito Preto Absoluto e Vidro Jateado, tendo a parede de fundo recebido revestimento em pastilha mesclada nas cores branca, cinza e preta, em contraste com o revestimento em porcelanato branco polido do restante da cozinha.


 


A nova cozinha foi projetada onde antes ficava a lavanderia e o quarto de empregada, que foi eliminado na reforma. A antiga cozinha do apartamento foi transformada em uma Copa/Sala de jantar.
A bancada em granito preto absoluto, com respaldo alto no mesmo material, recebeu cooktop 5 Bocas e Forno Embutido à Gás. Os armários são todos em MDF Branco com puxadores tipo calha de alumínio, assentados sobre base revestida em granito. A iluminação se dá através de calhas embutidas no gesso com lâmpadas fluorescentes. O acesso à copa é feito através de porta de correr em vidro temperado jateado, que permite o isolamento deste ambiente.


 


LOJA CORPO E COMPANHIA (2006)

Projeto para Ambientação de Loja de Roupas Feminina, no Natal Shopping.
O projeto adaptou parte do mobiliário existente e renovou os revestimentos, utilizando materiais mais leves e claros, iluminação de destaque, peças em aço escovado, além de criar uma identidade para a marca.

                                    Projeto em parceria com o arquiteto Nelson Araújo


VITRINE COM LOGOMARCA EM AÇO ESCOVADO

O PISO ORIGINAL FOI TROCADO E A ENTRADA FOI MARCADA COM FAIXA EM GRANITO
COM A LOGOMARCA E FRISO EM AÇO ESCOVADO.

EXPOSITORES COM ILUMINAÇÃO FLUORESCENTE EMBUTIDA

MÓDULOS COM DETALHE EM AÇO, VIDRO E ILUMINAÇÃO EMBUTIDA
 PARA EXPOSIÇÃO DE PEÇAS NA VITRINE.

EXPOSITOR

EXPOSITOR PARA BIJOUTERIAS COM PRATELEIRAS E PORTAS EM VIDRO

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

MOBILIDADE URBANA E ACESSIBILIDADE

Ultimamente, conceitos como Mobilidade Urbana e Acessibilidade estão cada vez mais presentes nos noticiários e meios de comunicação, especialmente quando relacionados à Copa de 2014. Mas afinal, o que significam?

De acordo com Marilena Lavorato, especialista em Gestão Ambiental, podemos entender a Mobilidade Urbana como a capacidade de deslocamento de pessoas e bens no espaço urbano (cidades) para a realização das atividades cotidianas em tempo considerado ideal, de modo confortável e seguro. Ou seja, ter mobilidade é conseguir se locomover com facilidade de casa para o trabalho, do trabalho para o lazer ou para qualquer outro lugar onde se tenha vontade de estar, independentemente do tipo de veículo utilizado. A engenheira Cristina Baddini, Mestre em Transporte e Trânsito, exemplifica ainda que ter mobilidade é pegar o ônibus com a garantia de que se chegará ao local e no horário desejado (salvo em casos de acidentes); é ter alternativas para deixar o carro na garagem e ir a pé, de bicicleta ou com o transporte coletivo; é dispor de ciclovias e também de calçadas que garantam a acessibilidade  aos deficientes físicos e visuais; e, até mesmo, utilizar o automóvel particular quando lhe convir e não ficar preso nos engarrafamentos.
A mobilidade está diretamente ligada ao desenvolvimento econômico e social; na medida em que as cidades crescem, aumenta a necessidade de mobilidade e de transporte. Para os moradores dos grandes centros e metrópoles, a situação é cada vez mais problemática, principalmente em locais onde o adensamento urbano se deu de forma desordenada e rápida, impedindo o planejamento e a estrutura adequada. Torna-se necessário definir ações que possam manter ou melhorar a qualidade de vida de seus habitantes, ações estas que contemplem tanto as questões ambientais quanto as condições econômicas e sociais, resultando num desenvolvimento ambientalmente equilibrado, economicamente viável e socialmente justo.
Para se ter uma dimensão da importância da mobilidade urbana no desenvolvimento de uma cidade, dos 20 bilhões que o governo federal destinou às obras do PAC da Copa, 8 bilhões vão para as obras de mobilidade urbana. O setor de transporte público do país, vê na Copa e nas Olímpíadas de 2016 uma possibilidade de mudança, o que acabará obrigando nossos governantes a tomar uma atitude mais ousada para tentar melhorar o caos urbano em que vivemos hoje. O governo federal, através do Ministério das Cidades, também elaborou o Programa de Mobilidade Urbana, que promove a articulação das políticas de transporte, trânsito e acessibilidade, a fim de proporcionar o acesso amplo e democrático ao espaço, de forma segura, socialmente inclusiva e sustentável. As prioridades são os sistemas de transportes coletivos, dos meios não motorizados (pedestres e ciclistas), da integração entre diversas modalidades de transportes (ônibus, trem, barco, etc.), bem como a implantação do conceito de acessibilidade universal para garantir a mobilidade de idosos, pessoas com deficiências ou restrição de mobilidade.  
É importante ressaltar que nos objetivos deste programa, a acessibilidade ganha um papel de destaque. O seu conceito é amplo e também pode ser utilizado em outros ramos de conhecimento. No caso da arquitetura, a acessibilidade pode ser entendida como a possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos. Um espaço é considerado acessível quando permite que toda a população, incluindo as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, possam usufruir do espaço e participar de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação de forma independente e igualitária. A acessibilidade deve estar presente nos meios de transporte, nas edificações, vias e calçadas, enfim em todo o espaço.
Devemos lembrar que a acessibilidade não deve ser vista apenas como uma preocupação do poder público ou de grandes empresários da iniciativa privada; é uma questão de respeito ao próximo.
No próximo artigo discutiremos as questões relacionadas à adaptação das edificações e espaços públicos para torná-los acessíveis.
Até lá!

Artigo publicado na Revista Seridó SA - Ed. 02 (JAN. 2012)



terça-feira, 31 de janeiro de 2012

TAM VIAGENS - SHOPPING CIDADE JARDIM

Projeto de Ambientação para a Loja TAM VIAGENS, no Shopping Cidade Jardim - Natal/RN, utilizando o novo conceito desenvolvido para a franquia.
(Parceria com a arquiteta Ana Angélica Guedes)




CASA NA SERRA - ESTUDO 01 (2011)


Estudo para Residência em Condomínio Serrano Modelo (Econceito), utilizando técnicas construtivas como o superadobe e materiais naturais, além de reaproveitamento de águas pluviais e utilização de energia solar.

ESTUDO PARA CASA DE CAMPO EM LAGOA NOVA-RN
VISTA PARA A SERRA
ESTUDO PARA CASA DE CAMPO EM LAGOA NOVA-RN
ACESSO - OPÇÃO A
ESTUDO PARA CASA DE CAMPO EM LAGOA NOVA-RN
ACESSO - OPÇÃO B



AMBIENTAÇÃO IG POTIGUAR (DEZ. 2011)

AMBIENTAÇÃO DA NOVA SEDE DA CONSTRUTORA IG POTIGUAR.  
                      
                                          ARQUITETURA: NELSON ARAÚJO
                                                INTERIORES: ANDREA MELO

SALA DE REUNIÕES

RECEPÇÃO
DIRETORIA TÉCNICA


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